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Esclerose Múltipla · Neuroimunologia pelo HC-FMUSP · São Paulo

Conviva com a esclerose múltipla e continue no comando da sua vida.

Ajudo você a entender o que está acontecendo, esclarecer dúvidas em relação ao diagnóstico, conhecer as opções modernas de tratamento e construir um caminho que caiba na sua vida.

Consulta particular · Presencial em Pinheiros, São Paulo · Teleconsulta para todo o Brasil

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Meu nome é Igor, eu sou neurologista especialista em esclerose múltipla. Quando alguém tem uma suspeita ou recebe um diagnóstico de esclerose múltipla, a primeira imagem que vem à mente é uma cadeira de rodas, é uma perda visual. E isso realmente era o que acontecia 10, 15 anos atrás com a esclerose múltipla.

Eu cuido diariamente de pacientes com esclerose múltipla e posso afirmar que o tratamento evoluiu para melhor. Eu não estou aqui para dizer para você que vai ser simples conduzir a esclerose múltipla, porque não é, mas eu quero te dizer que nós temos um caminho.

E na consulta eu consigo te mostrar esse caminho. Eu consigo te mostrar quais são as medicações disponíveis, quais são os efeitos colaterais. Eu não vou te dar um plano pronto. A gente vai construir esse plano, junto com perda de peso, junto com direcionamento sobre a gravidez.

Então, se você quer conversar um pouquinho mais sobre isso, aperte o botão aqui na tela.

Dr. Igor Campana, neurologista com atuação dedicada à esclerose múltipla

Formação e Experiência

Cuidar de pacientes com esclerose múltipla é o que eu faço todos os dias

Residência em Neurologia, Hospital das Clínicas FMUSP
Especialização em Neuroimunologia, Hospital das Clínicas FMUSP
Ambulatório de Esclerose Múltipla do IAMSPE
Corpo clínico do Hospital Sírio Libanês
CRM-SP 186.186 · RQE 94.974, Neurologia Nota 5,0 no Google e no Doctoralia
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Talvez uma destas dúvidas tenha trazido você até aqui

O laudo da ressonância fala em “doença desmielinizante”. Isso já é esclerose múltipla?

É esclerose múltipla mesmo, ou pode ser outra doença?

Recebi o diagnóstico agora. O que eu preciso decidir primeiro?

Se os sintomas melhoraram, por que começar um tratamento agora?

São muitas opções de tratamento. Qual é a certa para o meu caso?

Tive um sintoma novo. É surto, sequela antiga ou outra coisa?

Como eu sei se a doença está controlada e se o tratamento está funcionando?

Se alguma delas é a sua, ou de alguém que você acompanha, ela cabe numa consulta.

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Como funciona a consulta

A consulta dura cerca de uma hora. É tempo para rever a sua história inteira, e não só o último exame.

O objetivo não é necessariamente fechar um diagnóstico no mesmo dia nem trocar o seu tratamento. É entender onde você está e sair com um caminho definido.

01

Escutar e revisar

Ouço a sua história com calma e reviso os exames e laudos que você já tem. Boa parte do trabalho é reunir o que está espalhado em relatórios de anos diferentes. Na consulta presencial, faço também o exame neurológico.

02

Situar o seu caso

Onde a doença está hoje: o que os exames mostram, o que o seu relato mostra e o que ainda está em aberto. Quando o diagnóstico já existe, o trabalho é revisar história, exames e momento da doença, não recomeçar do zero.

03

Explicar e recomendar

Explico o que penso e por quê, com as opções na mesa: o benefício que se espera, os riscos e efeitos adversos, o que exige monitorização, a forma e a frequência de aplicação, e o que muda na sua rotina. Faço uma recomendação clara. A decisão é tomada com você, não empurrada para você nem devolvida como uma lista de opções.

04

Definir o caminho

Você sai sabendo o que foi decidido, o que ficou para depois, quais exames fazer e quando nos falamos de novo. O retorno está incluído em até 30 dias, para fechar exames e ajustar o que precisar.

Depois da consulta, você não fica sozinho

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Você sai com o meu WhatsApp. Um exame que chegou, um efeito da medicação que apareceu, uma dúvida sobre o que foi decidido. Nada disso precisa esperar o próximo retorno. Respondo pessoalmente até a consulta de acompanhamento que combinarmos.

O canal é para dúvidas sobre o seu caso e não substitui uma consulta. Não é canal de urgência: se algo grave acontecer, o caminho é um pronto-socorro, e depois a gente conversa. Sempre tento responder o mais rápido possível, mas nem sempre consigo.

O cuidado não para no tratamento da doença

O tratamento que modifica o curso da esclerose múltipla é o centro, e continua sendo. Só que ele não dá conta de tudo o que importa para quem convive com a doença. Estes assuntos entram na consulta sem que você precise levantá-los.

Atividade física

Movimento não é contraindicado na esclerose múltipla. É parte do cuidado. Conversamos sobre o que faz sentido no seu momento, com fadiga e força na conta.

Alimentação

Não existe dieta que cure esclerose múltipla, e eu não vou prescrever uma. Existem escolhas alimentares que ajudam, e desinformação suficiente para atrapalhar. Ajudo você a separar as duas.

Peso e composição corporal

Peso e composição corporal influenciam fadiga, mobilidade e o próprio curso da doença. Quando isso pesa no seu caso, entra no plano: com acompanhamento aqui ou com encaminhamento, conforme a complexidade.

Sono, rotina, trabalho e planos

Sono ruim, fadiga, a rotina de trabalho, o planejamento de uma gravidez, os planos que você não quer abandonar. Isso muda a escolha do tratamento: não é assunto de fim de consulta.

Quando o caso pede outro especialista, eu digo e encaminho. O que eu não faço é tratar a esclerose múltipla como se ela fosse a única coisa acontecendo com você.

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Informações práticas

Consulta particular

O atendimento é particular. Não há atendimento por convênio.

Duração

A consulta dura cerca de uma hora.

Retorno incluído

O retorno está incluído em até 30 dias.

Recibo e reembolso

Emito recibo ou nota fiscal. O reembolso, quando existe, depende das regras do seu plano.

Presencial em São Paulo

Clínica Humaniza Saúde. Rua Cristiano Viana, 401, conj. 307, Pinheiros. Metrô Oscar Freire (Linha 4-Amarela).

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Teleconsulta

Atendo por teleconsulta em todo o Brasil, tanto na primeira consulta quanto no acompanhamento.

Conteúdo de referência

Esclerose múltipla: o que é, como se diagnostica e como se trata

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença autoimune crônica do sistema nervoso central. Nela, o próprio sistema de defesa do corpo ataca a mielina, que é a camada que protege e isola os nervos do cérebro, dos nervos ópticos e da medula espinhal. Quando essa proteção é danificada, a comunicação entre o cérebro e o resto do corpo fica prejudicada, e é daí que vêm os sintomas.

A EM se manifesta de formas muito diferentes de uma pessoa para outra. Pode afetar a visão, a força, o equilíbrio, a sensibilidade ou a memória, com intensidade variável. Por isso não existe uma "EM padrão", e a avaliação precisa ser individual.

Receber esse diagnóstico assusta, e isso é natural. Vale dizer com clareza: a esclerose múltipla de hoje é diferente da de algumas décadas atrás. Os tratamentos disponíveis mudaram o curso da doença para muitas pessoas, e o acompanhamento contínuo é o que permite ajustar o cuidado ao longo do tempo.

Sinais que merecem investigação

Sintomas como formigamento persistente, visão turva, fraqueza inexplicada ou desequilíbrio justificam uma avaliação neurológica, principalmente quando aparecem de forma aguda.

  • Neurite óptica (visão embaçada ou perda visual em um olho)
  • Formigamentos ou dormência que não passam
  • Fraqueza muscular, rigidez ou desequilíbrio
  • Fadiga desproporcional ao esforço
  • Sintomas que vêm em surtos e melhoram parcialmente

Como é feito o diagnóstico

Não existe um exame único que feche o diagnóstico de Esclerose Múltipla sozinho. Ele é construído reunindo algumas peças, interpretadas em conjunto por um neurologista com experiência em neuroimunologia:

  • Sua história clínica e como os sintomas evoluíram ao longo do tempo
  • O exame neurológico
  • A ressonância magnética do cérebro e, quando indicado, da medula, que mostra as lesões características
  • Em alguns casos, o exame do líquor (punção lombar) e os potenciais evocados
  • A exclusão de outras condições que podem se parecer com a EM

Esse conjunto é avaliado segundo os critérios de McDonald, que são a referência internacional para o diagnóstico da EM. Eles foram revisados em 2024, e algumas mudanças importam para quem está investigando agora.

O nervo óptico passou a contar como uma das regiões do sistema nervoso consideradas no diagnóstico. Achados de ressonância que ajudam a separar a EM de outras condições entraram como evidência de apoio, entre eles o sinal da veia central (um pequeno vaso visível no meio da lesão) e as lesões com anel paramagnético (um anel de inflamação que persiste na borda da lesão). No líquor, a dosagem de cadeias leves kappa (uma proteína que indica produção de anticorpos dentro do sistema nervoso) também passou a ser aceita como apoio.

Houve ainda uma mudança que afeta um grupo específico: em certas situações, lesões encontradas numa ressonância feita por outro motivo, sem sintoma neurológico claro, já podem preencher os critérios.

Na prática, isso permite chegar ao diagnóstico mais cedo em parte dos casos, sem perder o cuidado de não diagnosticar quem não tem a doença. Um resultado isolado, positivo ou negativo, continua não confirmando nem descartando a EM sozinho, e é por isso que a leitura cuidadosa faz tanta diferença. Chegar ao diagnóstico correto é o que abre caminho para a decisão de tratamento adequada ao seu caso.

A Esclerose Múltipla tem tratamento?

Sim, e essa talvez seja a informação mais importante para quem acabou de receber o diagnóstico. A EM ainda não tem cura, mas tem tratamento, e tratamento eficaz.

Existe hoje um grupo de medicações chamadas terapias modificadoras de doença. Elas não agem apenas nos sintomas: atuam na doença em si, reduzindo a frequência dos surtos e ajudando a retardar a progressão. A escolha da terapia é individualizada e leva em conta o tipo de EM, o grau de atividade da doença e o seu perfil. A decisão é tomada em conjunto, com você entendendo o porquê de cada opção.

Além do tratamento que modifica a doença, cuidamos também dos sintomas do dia a dia, como fadiga, dor e alterações de sensibilidade, e do acompanhamento de longo prazo. O objetivo é sempre o mesmo: manter a doença sob controle e preservar a sua qualidade de vida.

Começar cedo faz diferença. Um estudo norueguês publicado em 2025 acompanhou pacientes que iniciaram tratamento em dois períodos diferentes e encontrou menos surtos e menos lesões novas na ressonância no grupo que já começou com terapias de alta eficácia. São dados de registro, não de um ensaio comparativo, e a escolha continua sendo individual. Mas a direção é consistente, e é por isso que não vale adiar a decisão.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Esclerose Múltipla tem cura?

Ainda não existe cura, mas os tratamentos atuais conseguem reduzir significativamente a atividade da doença. O início precoce do tratamento, quando indicado, está associado a melhor prognóstico.

Como saber se meus sintomas podem ser EM?

Formigamentos que não passam, visão turva em um olho, fraqueza ou desequilíbrio, especialmente se vieram de forma aguda, justificam avaliação neurológica. A investigação com ressonância magnética e exame clínico é o caminho para esclarecer.

Já tenho diagnóstico. Vale buscar segunda opinião?

Sim. Muitos pacientes chegam ao consultório para confirmar diagnóstico, reavaliar o tratamento ou discutir troca de medicação. É parte normal do cuidado com uma doença crônica.

O que esperar da primeira consulta?

Reviso seus exames, escuto seu relato com calma e faço o exame neurológico. Ao final, você sai com um plano claro: o que já sabemos, o que ainda precisa ser investigado e quais os próximos passos.

A Esclerose Múltipla é hereditária?

A EM não é uma doença hereditária no sentido clássico: ter um familiar com EM não significa que você terá. Existe um componente genético que pode aumentar um pouco a predisposição, combinado com fatores ambientais, mas a maioria dos pacientes não tem nenhum parente com a doença.

Vou ficar em cadeira de rodas?

Essa é uma das maiores preocupações, e a resposta honesta é: não é um destino certo. A evolução da EM varia muito de pessoa para pessoa, e os tratamentos atuais mudaram bastante esse cenário. Acompanhar a doença de perto e tratar no tempo certo são justamente as ferramentas para preservar mobilidade e independência.

Posso engravidar tendo Esclerose Múltipla?

Na maioria dos casos, sim. A EM não impede a gravidez, mas o planejamento é importante, porque algumas medicações precisam ser ajustadas antes de engravidar. O ideal é conversar com o neurologista para programar esse momento com segurança.

Vou conseguir continuar trabalhando e tocando minha vida?

Muitas pessoas com EM seguem trabalhando, estudando e mantendo sua rotina. O impacto depende do tipo de EM, dos sintomas e da resposta ao tratamento. Boa parte do meu trabalho é ajudar você a preservar autonomia e qualidade de vida ao longo do tempo.

O que fazer quando aparece um surto?

Um surto é o aparecimento de um sintoma novo, ou a piora importante de um antigo, que dura mais de 24 horas. Se isso acontecer, entre em contato para avaliação: alguns surtos precisam de tratamento específico, e quanto antes forem avaliados, melhor. Em caso de sintomas intensos ou de instalação rápida, procure atendimento imediato.

Quanto tempo dura a consulta?

Cerca de uma hora. É o tempo necessário para ouvir a sua história, rever os exames que você já tem, fazer o exame neurológico e explicar o raciocínio por trás da recomendação.

A consulta é por convênio?

Não. O atendimento é particular. Emito recibo ou nota fiscal, e o reembolso depende das regras do seu plano.

O retorno é cobrado à parte?

Não. O retorno está incluído em até 30 dias. Nem todo caso precisa usá-lo; quando precisa, é onde fechamos exames e ajustamos o que ficou pendente.

Como funciona a teleconsulta?

Atendo por teleconsulta em todo o Brasil, tanto na primeira consulta quanto no acompanhamento. Rever a sua história, interpretar os seus exames e definir o plano de tratamento funciona à distância. O exame neurológico é a parte que exige presença: quando ele for necessário para o seu caso, combinamos isso na consulta.

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Vamos definir o caminho do seu caso

Se você quer entender onde o seu caso está e sair com um plano, é disso que a consulta trata.

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